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Mulher é condenada a 14 anos por conivência em caso de estupro da própria filha

O caso em questão envolve uma mulher que foi condenada a 14 anos de prisão por sua participação na conivência do estupro de vulnerável de sua própria filha. O crime foi cometido pelo padrasto da vítima, e o julgamento recente resultou na condenação e prisão da mãe.

A história é ainda mais alarmante, pois a vítima, que tinha apenas 12 anos na época da denúncia, era vítima de abuso desde os 7 anos de idade. O agressor praticava atos de abuso sexual, incluindo toques inapropriados e penetração. No entanto, quando a jovem corajosamente denunciou o crime à sua mãe, esta se recusou a acreditar e não tomou nenhuma medida para proteger sua filha.

Na Delegacia, a mãe apresentou uma versão diferente dos eventos, alegando não ter conhecimento da situação e negando que sua filha tenha relatado o abuso. Mesmo quando o Conselho Tutelar entrou em contato com ela para relatar as alegações, a mãe insistiu que seu companheiro nunca ficava sozinho com a filha e não tomou qualquer providência. Ela ainda continuou a conviver com o abusador.

A Delegada Luana Lopes destacou a importância deste caso como um alerta para as mães de eventuais vítimas de estupro. Ela enfatizou que muitas vezes, na delegacia, testemunha-se mães que, infelizmente, apoiam os abusadores e desconfiam das versões de seus filhos, ficando ao lado dos agressores. Ela apelou às mães para considerar seriamente as alegações de seus filhos e filhas, proteger seu bem-estar e tirá-los do convívio dos agressores quando necessário.

Este caso exemplifica a determinação da Justiça de Apucarana em combater crimes de abuso sexual, bem como a necessidade de conscientização sobre o papel crucial dos pais na proteção de seus filhos contra tais atrocidades. A mãe foi condenada a 14 anos de prisão, demonstrando que a Justiça está disposta a punir aqueles que cometem tais crimes, bem como aqueles que se omitem diante deles.

Fonte da matéria: Canal 38

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