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Membros da organizada do Palmeiras picham muros do Allianz Parque em protesto

A torcida do Palmeiras pichou os muros do Allianz Parque, em São Paulo, em protesto contra a diretoria do clube após três derrotas consecutivas no Campeonato Brasileiro e eliminação contra o Boca Juniors na Copa Libertadores.

“Leila mentirosa” e “fora, Barros” foram críticas direcionadas à gestão palestrina.

As críticas da torcida do Palmeiras se intensificaram em 2023 com a ausência de reforços para suprir as saídas que o treinador Abel Ferreira teve no elenco.

Para a temporada, apenas Richard Ríos e Artur reforçaram o plantel, que teve baixas significativas e sofreu com a lesão recente de Dudu, fora até o meio de 2024.

A busca pelo “camisa 5” que substituísse a venda do jovem Danilo ao Nottingham Forest não aconteceu. O Verdão começou a temporada com o título da Supercopa do Brasil e do Campeonato Paulista, mas somou insucessos nas quartas de final da Copa do Brasil e na semifinal da Libertadores.

Com nenhum ponto somado nas últimas três partidas pelo Brasileirão, o time vê o líder Botafogo se distanciar em onze pontos e ocupa a quarta colocação na tabela. São 12 rodas a serem disputadas.

O Palmeiras comunicou em relação aos muros pichados: “O Palmeiras afirma que registrará boletim de ocorrência e tomará todas as medidas cabíveis para que os vândalos responsáveis pelos danos ao patrimônio do clube sejam identificados e punidos”.

Confira a nota de cobrança da Mancha Verde

“A HORA DA COBRANÇA”

Não é possível ganhar sempre, e o palmeirense não vai exigir isso. Mas o torcedor espera que a diretoria trabalhe para manter o Palmeiras competindo em alto nível, e foi exatamente isso o que deixou de acontecer neste 2023, que, com um mínimo de esforço, poderia ser um dos anos mais vitoriosos da nossa história.

Como a dupla de incompetentes Leila Pereira e Anderson Barros resolveu encerrar a temporada de maneira prematura, a Mancha Alvi Verde informa que vai protestar contra a diretoria antes e depois de todos os 12 jogos restantes.

Jogadores e comissão técnica seguem contando com o nosso apoio – eles são vítimas de uma gestão que errou de maneira deliberada -, e os protestos serão direcionados a quem premeditou a derrocada alviverde.

Nossa principal exigência é a demissão de Anderson Barros, que desmontou um elenco vitorioso e não foi capaz de trazer sequer um reforço na janela de contratações para ao menos remediar a liberação de 10 jogadores ao longo do ano, incluindo dois que eram titulares absolutos.

Além da dupla de incompetentes, vamos passar a cobrar também os conselheiros que dão sustentação à mandatária do clube.

E aqui é importante fazer uma distinção: O palmeirense precisa saber que há um grupo de 27 conselheiros de oposição que vêm sofrendo represálias por não agirem como capachos da presidente. Estes conselheiros têm pedido esclarecimentos e feito perguntas, e vêm sendo retaliados por isso.

Mas a imensa maioria dos membros do Conselho vem pecando por omissão ou por outros tipos de interesse, e a torcida quer saber até quando eles vão seguir apoiando uma dirigente que, além do flerte ditatorial e dos riscos ao futuro de um Palmeiras efetivamente de todos, já demonstrou-se inapta para ocupar o cargo.

Além dos protestos antes, durante e depois dos jogos, vamos passar também a exercer o direito de manifestações pacíficas e ordeiras antes das reuniões do Conselho.

Chegou a hora de saber quem é quem, e os conselheiros até agora silenciosos têm diante de si a oportunidade de defender o Palmeiras contra a aventureira que pretende tomar o clube para si.

DIRETORIA MANCHA ALVI VERDE

 

Este conteúdo foi criado originalmente em Itatiaia.

Fonte da matéria: CNN Brasil

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