
O caso da idosa sem cabeça no Paraná continua sendo um dos episódios mais chocantes e intrigantes da crônica policial do Noroeste paranaense. Em maio de 2026, a família de Judite Gonçalves Gomes, de 81 anos, ainda vive o pesadelo de não ter o corpo completo da mãe para sepultar e nem sequer o documento oficial de seu falecimento.
O desaparecimento em Paiçandu e a descoberta do corpo
A tragédia de Dona Judite, que sofria de Alzheimer, teve início em junho de 2023, quando ela desapareceu de sua residência em Paiçandu. Durante três meses, buscas foram realizadas em toda a região, mas o desfecho foi aterrorizante.
Em setembro daquele ano, populares localizaram um cadáver em avançado estado de decomposição em um córrego na Estrada de Paranhos, zona rural de Maringá. A vítima estava nua e, de forma perturbadora, a idosa estava sem a cabeça.
Entenda o cronograma do caso Judite Gomes
Para entender a complexidade deste mistério, veja os principais marcos temporais:
Junho de 2023: Desaparecimento em Paiçandu (Idosa com Alzheimer).
Setembro de 2023: Corpo é encontrado sem cabeça em Maringá.
Dezembro de 2023: Identificação oficial é dificultada pela ausência do crânio.
Maio de 2026: Família ainda aguarda a certidão de óbito e o paradeiro da cabeça.
Por que a cabeça da idosa no Paraná nunca foi encontrada?
A busca pela cabeça da idosa sem cabeça no Paraná tornou-se uma saga frustrante. O Corpo de Bombeiros realizou varreduras no leito do córrego onde o tronco foi achado, mas nada foi localizado.
O filho de Judite, Luis Carlos Gomes, acredita que a parte do corpo ainda possa estar na região do crime. “O Corpo de Bombeiros disse que se eu encontrar a cabeça, eles vão lá buscar. É um abandono total com a nossa dor”, desabafou à imprensa.
Resumo Técnico da Ocorrência
| Informação | Detalhes do Caso |
| Vítima | Judite Gonçalves Gomes (81 anos) |
| Local do Achado | Estrada de Paranhos (Maringá/PR) |
| Condição do Corpo | Nua e sem a cabeça |
| Status Jurídico | Enterrada como indigente |
| Principal Impasse | Falta do Atestado de Óbito |
Batalha judicial: Enterro como indigente e falta de atestado
Um dos pontos que mais revolta os familiares é o fato de Judite ter sido enterrada como indigente. Sem a cabeça, a perícia do IML encontrou dificuldades para concluir o laudo definitivo da causa da morte, o que travou a emissão da Certidão de Óbito.
Sem este documento, a família não pode solicitar a exumação e o translado dos restos mortais para o cemitério de Paiçandu. O caso permanece sob investigação da Polícia Civil do Paraná (PCPR), que ainda não descartou nenhuma hipótese, desde morte acidental seguida de ação de animais até um homicídio brutal.
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