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Suspeito de matar idosa desaparecida em Apucarana é preso após um ano de investigação

Prisão preventiva foi cumprida em Rolândia; Polícia Civil confirmou que o homem manteve contato virtual com a vítima antes do crime.

Resumo:

A Polícia Civil do Paraná prendeu nesta segunda-feira (1º), em Rolândia, o homem investigado pelo assassinato de uma idosa desaparecida em Apucarana. Maria Vanusa da Silva, de 64 anos, sumiu em maio de 2024 e foi encontrada morta dois meses depois. O suspeito, que conhecia a vítima por meio de sites de relacionamento, já havia sido detido temporariamente no ano passado. Novas provas telemáticas e análises periciais comprovaram o vínculo entre ambos. Ele segue preso e será indiciado por feminicídio.


Linha do tempo do caso

Desaparecimento e localização do corpo

Maria Vanusa desapareceu em 29 de maio de 2024. A busca pela idosa desaparecida mobilizou equipes da Polícia Civil até que, em 13 de agosto, seu corpo foi encontrado nos fundos do Loteamento Residencial Orlando Bacarin, em Apucarana. Viúva e vivendo sozinha, ela havia conhecido o suspeito por meio de sites de relacionamento.

Relacionamento virtual e provas iniciais

As investigações mostraram que a vítima e o homem mantinham contato virtual havia pelo menos seis meses. A troca de mensagens, fotos e vídeos ajudou a reconstituir a relação entre ambos. Durante uma prisão temporária em junho de 2024, policiais localizaram a aliança e a bolsa da vítima escondidas no porta-malas do carro do suspeito. O celular da idosa desaparecida também foi rastreado e encontrado posteriormente em Cambé.


Avanço das investigações

Mentiras, buscas online e novas evidências

Apesar das evidências iniciais, o suspeito negava conhecer Maria Vanusa e afirmava ter achado os objetos na rua. No entanto, análises aprofundadas de dados telefônicos, registros telemáticos e buscas na internet mostraram que ele mentiu sobre o vínculo com a vítima. Antes mesmo de o corpo da idosa desaparecida ser encontrado, o homem fez diversas pesquisas com o nome dela, indicando preocupação com a possível localização do cadáver.

O delegado André Garcia destacou o trabalho contínuo da equipe da 17ª Subdivisão Policial, que atuou por mais de um ano para elucidar o caso. A prisão preventiva foi decretada após a consolidação das provas.


Situação atual do suspeito

O homem permanece preso e será indiciado por feminicídio. A Polícia Civil afirma que o inquérito será formalizado nos próximos dias pela 17ª SDP.

Veja a matéria original em: Jornal Repórter do Vale

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