Policial

Homem violenta sexualmente a filha com apenas 8 dias de vida até a morte

Hugo Ferreira, um homem de 37 anos da África do Sul, foi condenado a duas penas de prisão perpétua após confessar ter estuprado e assassinado sua filha de apenas oito dias de vida. O crime ocorreu em junho de 2023, enquanto a mãe da criança, Maureen Brand, estava fora comprando fraldas.The Sun

Detalhes do Crime

Durante a ausência de Maureen, Ferreira ficou responsável pela bebê. Ao ouvir o choro da criança, ele se irritou e decidiu agredi-la física e sexualmente. Em seu depoimento, ele afirmou:

“Agarrei a bebê com força na nuca e bati em suas nádegas repetidamente e empurrei sua cabeça contra a superfície na qual eu estava trabalhando. Decidi dar a ela um motivo para chorar.”

Ao retornar, Maureen encontrou a filha gravemente ferida e a levou imediatamente ao hospital. Infelizmente, a criança não resistiu aos ferimentos e faleceu no dia seguinte devido a lesões na cabeça.The Sun

Julgamento e Sentença

Ferreira foi preso e levado a julgamento, onde confessou seus crimes. Ele alegou estar sob efeito de metanfetamina no momento do ataque, mas o tribunal considerou que ele estava plenamente consciente de suas ações. Os juízes descreveram o ato como “brutal, implacável e monstruoso”, não encontrando motivos para atenuar a sentença. Consequentemente, ele foi condenado a duas penas de prisão perpétua, uma por estupro e outra por assassinato.The Sun

Repercussão e Contexto

O caso gerou grande comoção na África do Sul, país que enfrenta altos índices de violência sexual. De acordo com dados da polícia sul-africana, entre abril e junho de 2024, foram registrados 9.309 casos de estupro, um aumento de 0,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.Folha de Maputo

Conclusão

A condenação de Hugo Ferreira ressalta a gravidade dos crimes cometidos e a postura firme do sistema judicial sul-africano diante de atos tão hediondos. O caso também evidencia a necessidade de medidas eficazes para combater a violência sexual no país e proteger os mais vulneráveis.

Fontes: ​

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